INDIA – do ceu ao inferno em quinze segundo

Texto  :  Glendha  Kreutzer

INDIA – do ceu ao inferno em quinze segundo, e vice versa!

Sim, isso e possivel, alias, nessa terra tudo parece se improvisar e se tornar possivel, rs

Chegar na India e chocante sim, agora posso entender quando as pessoas que vieram pra ca falaram isso…, descobri alguns desconfortos somados a mudanca de fuso horario e  uma viagem de 18 horas exaustiva!

Ja comeca que, quando voce desembarca no aeroporto, no nosso caso na cidade de Mumbai, todos os avisos nas placas estao numa lingua tao desconhecida, que parece muitas vezes que estamos lendo o rotulo de um xarope de rosas em hebraico…, e de repente brotam pessoas de todos os lados, todos os lados mesmo! Mas e lindo de ver as aeromocas todas de saris coloridos e esquecer os estranhamentos…

Desembarcar em Mumbai a meia noite pede, que no minimo voce pegue um taxi pre pago, que pode ser um pouco mais caro, mas vai te deixar com certeza na porta de seu hotel, sem o risco do motorista inventar nenhuma historia de que o hotel nao existe ou que o endereco ta errado, e acabar te levando em outro hotel que eles ganham comissao.

Nessa primeira noite fomos dormir as 3 da manha e acordamos as 7 da manha com o telefone tocando e um indiano falando um monte de coisas sem entendermos, rs, mas esse dia rendeu um passeio por toda a cidade, desde camelodromos na rua, parques, templos, praia, restaurantes baratinhos e saborosos ate um passeio de barco que serviu como um “respiro” em meio a tanta poluicao, sujeira nas ruas e atividades para um primeiro momento.

Vale lembrar a cena, de nos pegando um trem sentido centro de Mumbai, entao nosso amigo Prabhat pergunta: “Madam, voce gostaria de ir no vagao destinado as mulheres?”, e eu, claro que respondi: : “Imagine, estou super habituada com trens lotados.”, ja lembrando dos meus tempos de trem da Zona Leste em horario de pico em Sao Paulo. Enfim…., porfavor meninas, prefiram viajar no vagao das meninas de sari, pois foi sinistro o “empurra empurra” e sem nocao mesmo!!!

Mas o mais interessante e que o mecanismo “empurra empurra” da certo mesmo, quer dizer, estavamos numa rua tipo 25 de marco, vendo umas roupinhas, entao um monte de gente na minha frente e eu nao podia passar, fiquei meio confusa, entao ouvi o Prabhat “push, push”, segui seu conselho do “empurra, empurra” e deu tudo certo, ninguem leva pro pessoal, bem pelo contrario, voce entra no esquema e se integra 🙂

No fim do dia, acabamos no hotel comendo jaca bem docinha, que por sinal eu nunca havia provado…vale experimentar  a fruta. E a cidade, para quem gosta de babilonia um tanto cinza, Mumbai ta de bom tamanho…

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