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De volta ao Brasil, em Florianópolis, o Espaço Cardamomo retoma as atividades de atendimento, produtos e eventos com muita disposição e alegria em rever os amigos!

Para celebrarmos esse retorno, no dia 09/06 haverá um encontro no deck de casa, e junto ao conhecimento e experiências que obtivemos durante a nossa viagem à Índia, trouxemos peças lindas e coloridas que serão ofertadas durante o Bazar Indiano, no horário das 11 às 18hs.

Junto às peças, vamos expor também nossos produtos, e a nova linha de Óleos para os Doshas, deliciosos e terapêuticos aromas!

Como não pode faltar em um cenário indiano, teremos alguns de nossos “petiscos ayurvédicos”, receita própria e feitos com muito carinho e especiarias fresquinhas:

Samosas ao forno com recheios: especial Espaço Cardamomo e Indie veg

Hálava de nozes e frutas secas

Chai à moda Espaço Cardamomo

e outras mais….

Texto  :  Glendha  Kreutzer

Quem disse mesmo que os vatas nao podem com o grão de bico? Isso se nao retirarmos as cascas, o que ajuda a reduzir e bastante a questão da digestibilidade e dos gases acumulados. Ahhh, lembrando tambem que a assafetida e nosso temperinho segredo que auxilia aos vatas a digerir em paz esse grão tao nutritivo! Receitinha para os vatas acumularem um pouco de kapha saudavel nesse inverno…

DICA - Cozinhe os grãos em panela simples, não se panela de pressão, pois essa não permite que os “gases” contidos no grão de bico possam evaporar!

Simples assim: Deixar o grao de molho de um dia para o outro, entao escoar e colocar para ferver com agua limpa, apos 30′retirar novamente a agua e colocar agua morna, entao chegou o grande momento da retirada da casaca! Com as duas maos, esfregar os graos uns nos outros ate as peles comecarem a soltar…, e com uma peneira retirar as peles que sobem e ficam boiando no alto da panela. Novamente trocar de agua e agora utilizando uma panela de barro, vamos ao refogado.

Para 1/2 kg de grão de bico:

- 1 cebola grande bem picada e frita no ghee

- 3 tomates higienizados e sem casca (de preferencia organico, ta?)

- 2 folhas de louro e 3 folhas de curry

- 1 colher de cha de noz moscada em po

- 1 colher de cha de curry em po

- 1 pitada de canela

- 1 colher de cafe de assafetida em po

- 1 colher de cha de paprica picante

- sal do himalaia em po

Refogar os temperos na panela, acrescentar o grao de bico ja descascado e semicozido, entao juntar 3/4 de um vidrinho de leite de coco e agua o suficiente para formar um caldo que cubra os grãos, deixar cozinhar com a panela semi tampada por alguns minutos, ate os grãos estejam macio a ponto de aperta-los com a concha, para assim engrossar o caldo.

Bon apetit!

Texto  :  Glendha  Kreutzer

 

Rodelas de Abobrinha e Berinjela gratinadas com recheio de molho de Tahine

Passar 2 abobrinhas e duas berinjelas orgânicas e higienizadas no mandolim no ralo médio e deixa-las reservadas numa bacia junto a:

- 5 colheres de sopa de azeite

- 2 colheres de sopa de oregano seco

- 1 colher de cha de alecrim fresco

- 1 colher de cha de gengibre fresco ralado

- 1 colher de cha de curry em po

- 1 colher pequena de sal grosso do himalaia levemente triturados

Em uma frigideira de inox pingar algumas gotas de azeite e colocar as rodelas de forma que fiquem em contato com o fundo da panela para serem levemente tostadas, entao vira-las para tostar do outro lado.

Montar em uma refratário uma rodela de berinjela, uma camada fina do creme de tahine e uma rodela de abobrinha e pronto para servir!

Para o creme de tahine:

- 1 colher de sopa de tahine

- suco de 1/2 limao

- 2 colheres de sopa de azeite

- pitada de sal

Misturar tudo numa vasilha ate ficar homogeneizado.

Ótima receita para acompanhar canapés vegetarianos, e suco fresco de laranja com gengibre!

Texto  :  Glendha  Kreutzer

 

CHAVUTTI THIRUMAL

 

Chavutti e uma tecnica de massagem utilizada dentro da Trapia Ayurveda, que se originou no sul da India, no estado de Kerala. Neste caso, a massagem e feita utilizando-se os pes como ferramenta e nao as maos.

Os beneficios da utilizacao dos pes para realizar a massagem sao inumeros,  comecando pela energia gerada e liberada pelo ponto localizado na sola dos pes chamado de Yongquan, este fica em contato com o corpo do interagente durante toda a sessao. Este ponto auxilia na circulacao do prana e energia tanto do terapeuta quanto de quem esta a receber a massagem, e e responsavel pela conexao entre as energias superiores, o homem e a terra.

A possibilidade de manobras realizadas com os pes e infinita assim como a capacidade em ampliar os movimentos e trabalhar em regioes maiores do corpo mantendo uniformidade entre todos os membros. A pressao exercida pode ser maior do que a feita pelas maos, uma vez que trabalhamos com o peso de nosso proprio corpo e com um membro maior que sao os pes!

Aprender essa tecnica e muito mais do que fazer massagem pois ela tem raizes em duas tradicoes culturais de Kerala, uma e a tecnica de arte  marcial Kalaripayath e a outra e a danca chamada de Kathakali, ambos combinam movimentos precisos, giros de quadril e pernas, equilibrio, consciencia corporal, coordenacao, concentracao e bom estado fisico e agilidade.

O uso de oleo nessa massagem e tao importante quanto em todas as tecnicas utilizadas dentro da Medicina Ayurveda, mas se torna essencial na tecnica de Chavutti, pois e atraves do oleo que se torna possivel deslizar com os pes pelo corpo do interagente sem causar nenhum atrito em sua pele.

Para potencializar o efeito da massagem, que sabemos que nao se limita somente ao relaxamento fisico, pode-se utilizar oleos medicados conforme os principios ayurvedicos, natureza do dosha e funcao terapeutica, alem de manipular os marmas mais indicados conforme a necessidade do interagente.

Essa tecnica e indicada para auxiliar na liberacao de toxinas e gordura do corpo, fortalecimento e relaxamento muscular, circulacao sanguinea, equilibrar os chakras e desobstruir os nadis (canais sutis). Pode ser praticada em pessoas de todas as constituicoes, sendo mais indicada pelos tipo pitta e kapha por estes conterem mais massam muscular do que os tipos vata, mas este em contrapartida necessita receber mais oleo durante as massagens, o que consequentemente acontece na massagem chavutti.

A posicao correta do terapeuta durante a sessao e se manter equilibrado com as duas maos numa corda pendurada no teto da sala, trabalhando com a consciencia do peso do corpo, girando o quadril corretamente durante as manobras e atentando a direcao de ambos os pes…, parece mesmo uma combinacao de passos de danca e luta marcial, lindo de ver e gostoso de receber!

 

No Sul da India

Texto  :  Glendha  Kreutzer

 

SUL DA INDIA – Tudo cheira a coconut…hummmmm

 

Chegar no estado de Kerala no sul da India, e como entrar dentro de um saco daquelas balas de cOco antigas, pois aqui tudo cheira a coconut, e o paraiso pra quem gosta dessa fruta tao nutritiva e saborosa!

Passar uns dias em Varkala, praias lindas, vilas de pescadores e oleo de coco da maior qualidade e um sonho pra quem quer aproveitar a companhia de um povo simpatico e acolhedor e desfrutar de comida indiana bem temperada…Fica a dica do restaurante chamado Amantha, de uma familia simples, comida gostosa e preco justo, se compararmos com os restaurantes turisticos nos cliffs…

Pra quem quer experimentar algumas tecnicas (das mais diversas) de massagem ayurvedica e aprender sobre a cozinha do Sul, aqui encontrara muitas opcoes, fica dificil saber qual e realmente confiavel, mas vale experimentar! Posso dizer que consegui encontrar um bom “professor” que me passou ricas dicas e receitas dos pratos tipicos do Sul, agora e so praticar e degustar…

Quanto ao oleo de coco, aqui tive a sorte de conhecer um barqueiro do vilarejo chamado Anjengo, que faz o processo de extracao em sua propria casa, utilizando um maquinario simples, refinando o oleo o minimo possivel, logo, mantendo todos os nutrientes do coco, da vontade de comer puro e passar no corpo todo! Fica a dica de utiliza lo apos o banho nos cabelos umidos, assim como fazem as mulheres locais, pois alem de hidratar os fios, da uma aroma natural sem igual…

O oleo ‘e prensado a frio, não é submetido ao processo de refinamento e desodorização, sendo extraído a partir do leite de coco por processos físicos, passando pelas etapas de prensagem e filtração. Seus beneficios incluem o fortalecimento do sistema imunológico, facilitando a digestão e a absorção de nutrientes. E a melhor parte em termos de alimentacao e que quando submetido a altas temperaturas, o óleo de coco extra virgem não perde suas características nutricionais, sendo considerado um óleo estável. 

Para as pessoas de natureza pitta, que possuem a qualidade do fogo, quente e leve, o coco pode ser utilizado mais tranquilamente do que os kaphas, que ja possuem em sua natureza as qualidades de pesado, frio e oleoso, assim como o oleo de coco. Para as pessoas de natureza vata, o coco e interessante de ser ingerido por ser nutritivo e oleoso, qualidades contrarias a esse dosha., sempre cuidando claro, da digestibilidade do mesmo, pois este dosha tende a ter difculdades com alimentos muito pesados e frios!

Segue uma receita pra ser utilizada no verao pelos vatas, no outono pelos kaphas e no ano todo pelos pittas!

 

Chutney de coco a moda de Kerala

Ingredientes:

- 1/3 de coco fresco ralado

- uma colher de sopa de acafrao

- 1/2 cebola pequena e escaldada

- 1 dente de alho escaldado (pode fazer sem tambem!)

- 1 colher pequena de cominho em sementes

Bater no liquidificador com um pouco d’agua, entao acrescentar uma pimenta verde fresca e pequena, sem as sementes, bater de leve novamente, e depois despejar numa panela depois de refogar com 1 colher de sopa de oleo de coco, 1 colher de sopa de sementes de mostarda preta, a outra metade da cebola picadinha, deixa cozinhar por menos de 5 minutos, acresecnta uma pitada de sal e desliga, o chutney esta pronto para ser consumido com Masala Dosa, que sera nossa proxima receita a ser postada!

Alimentacao Ayurveda

Texto  :  Glendha  Kreutzer

Nem toda refeicao indiana e ayurvedica e nem todo prato ayurvedico e indiano…

Parece um pouco confuso compreender esse paradoxo, mas depois de um tempo trabalhando com terapia e alimentacao ayurveda, perdemos a ilusao de que somente por conta dessa Medicina ter seu berco na India, de que ela e inteiramente praticada por seus nativos…, e como imaginar que todo brasileiro tem ginga para o samba e come feijoada aos domingos!

Durante o aprendizado e pratica dos conceitos ayurvedicos na alimentacao, e sempre interessante considerar a adaptacao desses mesmo conceitos aos habitos e cultura locais, ate por uma questao sustentavel, de dar preferencia pelo uso de elementos nativos, tanto no que se refere aos alimentos, como as especiarias e ervas. Sem esquecer e nem perder o respeito ao conhecimento milenar, mas sim criar uma fusao entre os diferentes elementos.

Ao chegar na India, eu so pensava (e executava com o maior prazer!), essa exploracao do sentido gustativo, experimentando os diversos pratos, sabores, texturas e aromas, na busca dos elementos que me levariam a um entendimento mais claro sobre essa fusao e as possiveis adaptacoes conforme a realidade atual…

Durante a viagem, comecei a separar um tempo pra “digerir” tanta informacao, e sem muito julgamento, somente considerando o que eu estava presenciando no dia a dia da alimentacao indiana, resolvi destrinchar algumas ideias:

- Se um dos principios da alimentacao ayurveda e garantir uma boa e completa digestao dos alimentos, para assim evitar a formacao e acumulo de ama (toxina) em nosso organismo, evitando tambem o desenvolvimento de doencas por conta do desequilibrio dos doshas e seus respectivos elementos contidos em nossa natureza fisica e emocional, nesse aspecto considero os indianos bons praticantes e devotos de Agni (Deus do Fogo), pois por conta do  elemento fogo – quente e picante contidos nas especiarias que eles utilizam em excesso (vejam bem, ao nosso conceito ocidental), eles garantem a fabricacao dos acidos digestivos e aceleram assim tambem seu metabolismo. Vale lembrar aqui que junto ao sabor picante, tambem  encontramos a caracteristica da leveza do ar, sendo assim, seu uso excessivo pode desequilibrar o dosha vata, nao somente o pitta.

- Mesmo os indianos (nem todos, ta?) fazendo uso diario e as vezes em demasia dos laticinios, eles sempre lembram de combinar as especiarias ou ervas que possam equilibrar e ajudar a digerir essa classe alimentar. O mais comum exemplo, e o da masala chai, cha a base de leite, cha preto e acucar, onde acabam por acrescentar o cardamomo e a canela e muitas vezes a pimenta preta. Temos ainda o lassi de frutas, que por conta do aspecto frio do iogurte, que e a base dessa bebida, poderiamos dizer que nao e um alimento muito facil de digerir, ainda mais nas estacoes mais frias, e talvez por essa razao eles utilizam quase sempre o cardamomo, que e a principal especiaria para digerir os laticinios. Ainda na mesma linha de raciocinio, temos os doces a base de acucar e semolina que voce pode sempre perceber o saborzinho do cardamomo no fundo…

- Em todos os restaurantes indianos eles oferecem no final da refeicao um pratinho cheio de sementes de erva doce, que e mais uma especiaria digestiva, mas de aspecto frio (vyria), talvez para equilibrar as pimentinhas ingeridas e escondidas no meio do dhal! A erva doce tras equilibrio e refresco a queimacao que pode ocorrer por conta do sabor picante das especiarias.

Nem tanto o ceu, nem tanto a terra, nem tanto a moda indiana e nem a brasileira, sou a favor de mesclar os conhecimentos e obter um resultado pessoal, que seja bom para cada ser e suas necessidades e particularidades, sem esquecer claro, de considerar nossa natureza doshica. Algumas dicas e adaptacoes gerais que podem nos ajudar na alimentacao diaria:

 - Podemos optar por um cha de ervas e especiarias digestivas e nem tao estimulante quanto o cha preto. Para abrir o apetite um chazinho de gengibre, para manter alerta um chazinho de alecrim e para apos o almoco sou fa da erva doce tambem, ou em forma de cha ou mastigar as sementinhas puras.

- Tanto o lassi, ou qualquer outra sobremesa ou liquido durante as refeicoes pode afetar nossas enzimas digestivas afetando assim a absorcao e digestao do alimento. Reservar o periodo da tarde e longe das outras refeicoes, para um docinho que contenha canela e/ou cardamomo e uma boa ideia.

- As especiarias sao realmente um presente divino no que se refere aos sabores exoticos que elas podem dar aos pratos, mas e importante evitarmos seu excesso no periodo das estacoes quentes ou mesmo quando sentimos ou sabemos que estamos com execsso de fogo digestivo. Conhecer a classe e os efeitos das especiarias pode ser uma boa, para fazermos uso mais consciente e medicinal, unindo sabor e saude as nossas refeicoes.

- Tanto nas cidades da India como nas grandes metropolis brasileiras, torna-se um pouco dificil essa proxima dica, mas e sempre possivel recorrer as adaptacoes: Evitar alimentar-se em locais barulhentos, pois o excesso de estimulos visuais e sonoros fazem com que nos alimentemos mais rapido e sem muita atencao, resultando numa refeicao e digestao agitada, e logo causando desconfortos como gases, arrotos e colicas.

Para finalizar, gostaria de especificar que o objetivo desse blog e seus textos, e o de orientar e compartilhar os conhecimentos referentes a Terapia e Alimentacao Ayurveda. Mas nessas proximas semanas durante nossa viagem a India, as vezes fica um pouco complicado de se concentrar nos temas, entao acabam surgindo alguns posts que abordam dicas da viagem, locomocao, valores e locais visitados, o que pode ser muito interessante pra quem esta se preparando pra vir pra ca…De qualquer maneira esperamos que as informacoes sejam proveitosas para todos que visitarem a pagina, namaste!!!

Amma Ashram

Texto : Glendha Kreutzer

AMMA ASHRAM – local de devocao

Como ja haviamos recebido algumas indicacoes para visitar o ashram da Amma, resolvemos entao, de Mysore ir direto para esse destino, pegamos um onibus para Kollam (sul do estado de Kerala), a viagem foi das 18 hs ate as 6 da manha do dia seguinte, assistindo o mesmo filme indiano romatico estilo Romeu e Julieta. Mas se tivessemos feito esse trajeto de dia teria sido lindo, pois depois descobrimos que passamos dentro de um parque gigante com um dos visuais mais incriveis…, fica pra proxima!

Da estacao de bus resolvemos pegar um tuk tuk ate o ashram, que da uma meia hora numa estradinha linda com partes do trajeto com vista para o mar. Chegando la, foi uma surpresa ver o tamanho da estrutura do ashram, e foi um alivio tambem chegar num lugar onde e possivel relaxar um pouco e se preparar para o processo interno que inevitavelmente rola…

De cara, era dia de darshan, ou seja, chegamos no dia para receber o abraco da mestra mais amada nao so pelo indianos, mas por gente do mundo inteiro, e incrivel a energia de devocao que reina naquele lugar. E, apesar de nao ser uma devota da Amma (pessoalmente, por sofrer de uma certa dificuldade para me abrir para esse sentimento tao bonito que e a devocao), confesso que o processo ali dentro foi forte e tive que me dobrar frente aquela mulher tao forte e ao mesmo tempo amorosa e cheia de compaixao.

Como prova, ficamos num quarto em frente a uma obra que era barulho dia e noite, escolhi como trabalho desinteressado (seva) limpar o chao do templo, separar o lixo reciclavel, limpar a cozinha, e pra melhorar, cai de cama no quinto dia e so levantei 3 dias depois…, ok, cada um no seu processo e aqui compartilho um pouquinho de como foi o meu!

Internamente tava dificil aceitar nao sentir o mesmo que os outros pareciam estar sentindo…, as pessoas pareciam estar bem e se sentirem protegidas por aquela mae, ao mesmo tempo em que expressavam uma devocao sem igual, que comecei ate a me sentir culpada por nao estar na mesma vibracao! Com um pouco de meditacao, minha mente foi se acalmando e consegui ver que aquilo tudo fazia parte de um processo de retirada de carapacas, de um aprendizado de humildade e de se permitir baixar a guarda mesmo e relaxar…

E relaxar por aqui nao e assim tao dificil, em meio aos coqueiros, agua de coco, mantras, a melhor masala dosa que ja comi, leitura inspiradora, meditacao com a Amma na beira da praia no fim de tarde…, cabe a nossa mente escolher como quer se sentir: confortavel, aceitando os processos e enxergando o lado bom, ou de mal com a vida, reclamando de tudo e atraindo mais ainda os acontecimentos indesejados!

10 dias na companhia dessa mestra foram o suficiente pra despertar um profundo respeito e admiracao pela movimentacao que ela faz ali nas vilas onde o ashram esta disposto, assim como em outras cidades que ela visita dentro do estado de Kerala, e fora da India tambem. Valeu a pena todo o processo, e assistir ao por do sol em sua companhia sentindo sua energia de paz e resignacao nao tem preco!

 

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